sábado, 4 de setembro de 2010

Quem se importa?

Quantas vezes ao acordar não surgiu em nossa mente uma infinidades de duvidas?!
Hoje depois de uma noite super divertida, acordei com a minha mãe me ligando, é tão bom acordar assim, com uma ligação das pessoas que amamos. Mas depois de despertar, em minha infinidades de duvidas e pensamentos que me rodeiam veio um pergunta: Quem é você?
Vamos lá, não sou ninguém. Ignorada pela falta de reciprocidade, pelo desinteresse de notícias e telefonemas não recebidos, pela ausência total de criatividade forjada em plágios descarados.
Ser neutralizada pela descrença é como acordar cinza e vazia por terem-me arrancado a presença. Virei fantasma de valores insossos, inexistência de sentimentos. Se eu não existo, não há por que se importarem. Se não me enxergam, não há por que me fazer notar. Se querem que eu apenas passe, por que insisto em ficar?
Infelizmente, a individualidade e o egoísmo alheios têm sobrepujado meus esforços de não ser generalização.
No entanto, apesar de saber que eu não existo, não me roubaram a identidade. Imitaram-na, ignoraram-na, calaram-na. Mas ela ainda é minha. E é ela que me faz perguntar: Quantas vezes é preciso renascer?
Eu respondo: quantas vezes você se sentir em plena necessidade de mudar, mas não mudar sua existência, mas sim criar novas oportunidades, novos caminhos, novos momentos. O segredo pra uma vida plena e cheia de vida e luz é isso, "reinventar-se" todos os dias.
Hoje com essa chuva gostosa, eu me vejo vendo um fiilme lindo, que mostra exatamente a procura insistente pela felicidade, mesmo sabendo o final fico presa a ele, pra mais uma vez ver que a felicidade é como uma borboleta, ela vem até nós e da maneira mais singela que pode existir, com calma e com uma beleza que sempre nos surpreende.



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